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Data: 04/12/2012

Nas colinas calcárias no extremo sul de Espanha, Marc Bechard examina o céu com um olhar inquieto. Cada outono, milhares de abutres – e outras aves de rapina ameaçadas de extinção – voam pelo Estreito de Gibraltar para África.
Todavia, antes de conseguirem chegar ao seu destino têm de navegar num espaço aéreo particularmente perigoso: de ambos os lados do estreito as cumeadas estão semeadas de turbinas eólicas que chegam a atingir 170 metros de altura e estão munidas de pás que cortam o ar a 270 km/h.

Notícia proveniente de fonte externa

A arte de fazer coabitar turbinas eólicas e aves

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