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Data: 16/07/2020

Em comunicado, a Quercus refere que recolheu nos seus centros de recuperação, durante a pandemia, mais de 400 animais de 87 espécies que estavam feridos. Os centros localizam-se em Castelo Branco, em Montejunto no distrito de Lisboa e em Santo André no distrito de Setúbal.

Entre as espécies, encontraram cegonhas, corujas, águias, abutres, ouriços, lontras e texugos, sendo que algumas destas estão em grande perigo de extinção como o abutre-preto, o milhafre-real, o açor, o falcão-peregrino e o falcão-abelheiro. A Quercus informa que estes animais foram recolhidos com a ajuda do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), dos vigilantes da natureza do ICNF e da população.

Notícia proveniente de fonte externa

Centros de recuperação receberam 437 animais selvagens feridos durante a pandemia

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