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Data: 08/12/2020

Na Guiné-Bissau, foram encontrados os cadáveres de mais de 2.000 abutres de capuz, grande parte decapitados, depois de envenenados com o insecticida letal metiocarbe, proíbido na Europa. O biólogo luso-guineense Mohamed Henriques, doutorando no Centro de Estudos do Ambiente e do Mar da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, publicou em outubro na revista Science, o primeiro artigo, revelando as causas da morte destes abutres, o que a nível mundial representa o desaparecimento de mais de 1% desta espécie em extinção.

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Guiné-Bissau: mais de 2000 abutres envenados para rituais de feitiçaria

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